Dentista – momentos de terror!

Detesto dentista. Não o meu, ele é um amor de pessoa, me refiro à clínica mesmo -parece que tudo é planejado para nos aterrorizar!

Começa com a espera para ser atendido. Eles nos deixam meditando um tempinho para ficarmos imaginando quais métodos de tortura serão utilizados no dia. Eu sempre vejo claramente algo assim:

dentista

Ou assim:

dentista
Ele está mexendo num dente de um ser humano vivo por enquanto ou tentado abrir a tampa emperrada de um pote de azeitona?!

Quando entro no consultório tem um brutamontes sorridente me esperando. Me causa uma certa estranheza… acho que os dentistas não poderiam ser grandes e fortes, de jeito nenhum!

Talvez seja um pré-julgamento, mas não consigo imaginar aquelas mãozonas trocando borrachinhas com delicadeza. Me vejo numa cena de corrida de Fórmula 1 na hora do pit stop: é uma loucura, uma lambança, voa óleo, pneu, botas, luvas, borrachas, ferramentas.

Mas isso tudo é só “pré-terror” uma espécie de premonição, pois o pior está por vir: começa aquela ladainha de abre a boca, fecha, aperta, solta, faz biquinho, relaxa, estica, mais um pouquinho, vai doer, force mais, vamos lá, vamos alongar… desculpe, comecei a pensar no texto que estou fazendo sobre fisioterapia.

Além disso, é lógico, tem as falsas acusações: “que bom que não quebrou a banda esse mês!” Como assim, eu nunca quebrei nada! “Já falei, nada de pé-de-moleque!” O que é isso??!

Também não poderia deixar de registrar aqui a minha indignação com a lâmpada da cadeira elétrica da morte em que deitamos estirados prontos para o abate no dentista. Tenho certeza de que esse equipamento foi meticulosamente desenvolvido para que, sem causar cegueira permanente somente durante 3 dias, impedir que enxerguemos os instrumentos que serão utilizados na consulta – se eu visse, por exemplo, sairia correndo de aventalzinho e tudo o mais do consultório.

Mas até aí, tudo bem. Então, o dentista vira de costas. “Vish, ele está tentando esconder a injeção pra eu não ficar com medo! Por isso eu disse no início que ele é um amor de pessoa… mas não é não, o que ele vai fazer com esse troço? Peraí, essa pontinha afiada é pra quê?! Opa, um gancho… mas nem estou anestesiada! Ai ai ai, ai meu Deus. Socorro, eu desisto, me tira daqui, me leva! Ôôôô, isso não, isso não, alicate nem pensar! Nem te conto por que não vou à manicure! *Ponte que partiu, ‘sai foha co irrro’. ‘Ão cosigo hala diretcho. O qê? Se ká goendgo? Ho, ho. Ócoquinho. Gá ká guencar’. OOOOOOOuuuuuuuuuu!!!!’“.

E você, meu caro ou minha cara, também já sentiu esse mesmo terror que eu? Tem alguma história sobre isso? Conte nos comentários abaixo! ;P

* eufemismo de uma expressão de desgraça…

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16 comentários sobre “Dentista – momentos de terror!

  1. Bem, teve uma vez que eu fui no dentista, e o consultório é conjugado com outro dentista, que é cirurgião-dentista, enquanto o que me atendia era ortodontista. Por uma jogada de marketing, ou pura sacanagem mesmo, começaram a rir de uma pontinha de um dente quebrado que eu tenho.

    Dá para imaginar isso? Os dois rindo do meu dente quebrado? Seria tipo, você vai a borracharia porque furou um pneu, o borracheiro aponta o dedo pra ti e ri na sua cara: “ó, o cara aí, furou o pneu, ha ha ha ha…”.

    Desmistifica um pouco o terror, tem também o dentista debochado.

    Curtido por 2 pessoas

Diga o que pensa, me faça sorrir também! ;D

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